Metas tangíveis para imobiliárias de pequeno, médio e grande porte

É comum ouvirmos as mesmas expressões cotidianas com significados diferentes, assim como é comum ouvirmos de certos profissionais, aqueles jargões de sucesso da atualidade usados às vezes de maneira confusa ou contraditória.


Um exemplo do uso de um desses vernáculos de maneira inconseqüente e pouco elucidativa é da expressão “meta”. Aqui mesmo em Joinville o uso da expressão “meta”, pode vir desassociada de tangibilidade, e portanto, em si só, não constrói seus objetivos.

Tenho ouvido em treinamentos de corretores de imóveis, o uso da palavra “meta”, ligado a um pensamento esotérico de plenitude, como se ao pensar em uma meta, necessariamente a deveríamos relacionar a uma experiência sublime de felicidade e contentamento.

Na verdade uma meta deve ser uma medida de produtividade ou desempenho. Uma meta deve estar associada a uma simples divisão na qual o denominador é o seu objetivo e o numerador é o seu resultado; divida um pelo outro e multiplique por cem que você terá a sua medida porcentual de atingimento daquela determinada meta.

Tratar a vida profissional com metas, é como por no mar um navio; antes de zarpar, o porto de destino e o tempo da viagem devem estar claros para o seu comandante.

Metas intangíveis, ou não possíveis de auditamento, devem ser evitadas pelos corretores de imóveis.

Até em certos sites se pode ler algo como “ .... a “Imobiliária W” sempre teve como meta oferecer os melhores serviços na compra e venda de imóveis ...”.
O problema desse tipo de declaração de meta é que não há uma pesquisa e sua posterior publicação sobre os serviços imobiliários, ou seja, não há um ranking que divulgue que em certo mês, a “Imobiliária X” teve os melhores serviços seguido da “Imobiliária Y” e da “Imobiliária Z”, portanto é uma declaração de meta que não pode ser medida por produtividade ou desempenho, ou seja, é apenas um texto para se por no quadro da parede.

Lembro-me de uma experiência de quando jovem com caça-submarina em apnéia. Nos primeiros mergulhos com uma arma pneumática para caça, já comecei a contar quantos tiros eu dava e quantos peixes eu acertava. Meu objetivo, naquela época, não era tão somente caçar mais peixes, mas sim controlar a minha pontaria e a energia desprendida em cada mergulho.

Transportando a experiência da caça submarina para as vendas, poderíamos asseverar que um corretor de imóveis pode começar a controlar não apenas para clientes que vende, que diga-se de passagem é muito fácil, mas sim os clientes que não vende. Pode-se estabelecer um porcentual entre clientes atendidos e clientes que resultaram em fechamento.

Uma vez estabelecido novas fronteiras e novos paradigmas de controle, tangibilidade e auditoria, os corretores de imóveis passam a experienciar mais um degrau na escalada da excelência e da satisfação no exercício do que se faz.

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