Poesias dispersas - NAQUELE ETERNO AZUL, ONDE COEMA [29]

Naquele eterno azul, onde Coema,

Onde Lindóia, sem temor dos anos,

Erguem os olhos plácidos e ufanos,

Também os ergue a límpida Iracema.

Elas foram, nas águas do poema,

Cantadas pela voz de americanos,

Mostrar às gentes de outros oceanos

Jóias do nosso rútilo diadema.

E, quando a magna voz inda afinavas

Foges-nos, como se a chamar sentiras

A voz da glória pura que esperavas.

O cantor do Uruguai e o dos Timbiras

Esperavam por ti, tu lhe faltavas

Para o concerto das eternas liras.

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