Poesias dispersas - JÚLIA [42]

Teu rosto meigo e singelo

Tem do Céu terno bafejo.

Tu és a rosa do prado

Desabrochando ao albor

Abrindo o purpúreo seio,

Abrindo os cofres de amor.

Tu és a formosa lua

Percorrendo o azul dos céus,

Retratando sobre a linfa.

Os seus alvacentos véus.

Tu és a aurora formosa

Quando dalém vem surgindo;

E que se ostenta garbosa

Áureas flores espargindo.

Tu és perfumada brisa

Sobre o prado derramada

Que goza os doces sorrisos

Da formosa madrugada.

Tua candura e beleza

Tem de amor doce expressão

És um anjo, minha Júlia,

Donde nasce a inspiração.

Quando a terra despe as galas

E os mantos da noite veste,

Vejo brilhar tua imagem

Lá na abóbada celeste.

Nela vejo as tuas graças,

Nela vejo um teu sorriso

Nela vejo um volver d'olhos

Nascido do paraíso.

És ó Júlia, meiga virgem

Que temente ora ao Senhor;

São teus olhos duas setas.

O teu todo é puro amor.

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